Eu vim de infinitos caminhos,e os meus sonhos choveram lúcido prantopelo chão.
Quando é que frutifica, nos caminhos infinitos,essa vida, que era tão viva, tão fecunda,porque vinha de um coração?
E os que vierem depois, pelos caminhos infinitos,do pranto que caiu dos meus olhos passados,que experiência, ou consolo, ou prêmio alcançarão?
(Cecília Meireles)
Nenhum comentário:
Postar um comentário
Atente-se para o Indizível: